Sentido e sucinto desabafo em tons mesclados de belas cores, com um azul de esperança ao fundo, por onde espreitam os sonhos.
Desculpa alguma ausência por estes dias, muito cansaço só me têm permitido visitar duas ou três pessoas por dia e às vezes nem isso. Estou a recuperar, :)
Muito bela esta construção poética, esta imersão no silêncio, no fundo sem fundo da fala, para que brotem as surpresas mais prodigiosas, as que a palavra poética faz emergir.
Isso passa. Não tarda nada para que bailes acariciada pelas algas, olhando embevecida os corais a reluzir... Excelente, gostei imenso deste teu poema curto. Beijos, querida amiga.
25 comentários:
Ao poeta não se permite
O pesadelo
Pois corre o risco
de deixar de sê-lo
Assino-me
Um moliceiro
Há sempre azul no silêncio. É com ele que os corais sobrevivem à crueldade das algas!
Tão sucinto quanto belo e profundo. Para levar a iluminar a noite...
Um beijinho de admiração, Lídia!
amiga que letras sentidas.. se senten duras dificies con tristeza... espero que tudo melhore...
saludos
otima semana
abracos
perfeito,
beijo
Lídia,
Por vezes precisamos ser apenas observadores, pois há ações que não nos compete.
Beijos!
Alcides
Também eu...
Com o que passou ontem!
Saudações poéticas
Profundo como o oceano. Lindo, amiga!
Beijo.
Bom dia Lidia
Isto vai de mal a pior....
mas a imagem transmitida está linda...
Lidia
É uma imagem linda, acompanhada de palavras que fazem muito sentido.
Beijnho
Lindeza, amiga.
Um grande abraço.
(há por aqui um sentimento semelhante, digo eu):
DA VIDA
Não tenho pressa
não sou de pressas
ainda que o julgues
ou isso te pareça essencial
deixo a tarde adormecer num beijo
quero da noite apenas a cintura
eis o meu recado: não tenho pressa
e ao dizer-to fico
com uma pressa enorme que amanheça
(ALEGRIA INCOMPLETA)
Beijinho
João
entretanto sopremos nas cinzas
para o mar continuar aceso
a rasgar caminhos
de amanhãs
poema sem título.
ótemo.
Olá Lídia,
Sentido e sucinto desabafo em tons mesclados de belas cores, com um azul de esperança ao fundo, por onde espreitam os sonhos.
Desculpa alguma ausência por estes dias, muito cansaço só me têm permitido visitar duas ou três pessoas por dia e às vezes nem isso.
Estou a recuperar, :)
Beijinhos
Branca
Muito bela esta construção poética, esta imersão no silêncio, no fundo sem fundo da fala, para que brotem as surpresas mais prodigiosas, as que a palavra poética faz emergir.
com admiração
filipe
Isso passa.
Não tarda nada para que bailes acariciada pelas algas, olhando embevecida os corais a reluzir...
Excelente, gostei imenso deste teu poema curto.
Beijos, querida amiga.
direi : um poema dorido..mas belo
brisas doces****
Beleza, Lidia!
Versos escritos com esmero...
Gostei demais!
Abraço.
Uma imagem poética e profunda, das profundezas da alma. Belo.
Beijos
Runa
Por vezes é bom ficar assim, pasmando, simplesmente...
Às vezes a alma do poeta fica assim, em quebranto, mas sempre raiada de beleza...
Beijo :)
Em poucas palavras, mostraste-nos a tua alma.
BELO!
Bjs.
Só o silêncio torna audíveis os sinais e os códices universais. Só o silêncio despoleta em nós o essencial.
Belíssimo, como imagino seja o mundo dos corais agrestes.
Beijo com gratidão
Mel
Muito belo!
Beijos.
É no silêncio que a alma se encontra e se perde. Ele diz-nos tanto. Encantador. Beijinhos ;)
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