O que farei eu quando o sonho deixar de "comandar" a vida.... Talvez morra na cama, onde a morte é natural, mas, ainda assim, que morra em Portugal... Beijo Paulo
E há sempre, a nascer da raiz dos nossos pulsos, uma valsa pronta a rodar à volta da nossa vida. E assim floresce tudo o que recriamos. Tal como o poeta, na poesia.
E hoje recreaste mesmo "...o rio, o barco, a vela..." e inventaste "o vento na margem" quando no local de trabalho o tema discutido me fez lembrar um poema teu e de repente "saquei" dele, como dizem os miúdos e ei-lo que se tornou um oásis na escravidão das horas de que fala o nosso amigo Eufrázio (venho agora de lá) e está tudo tão associado, que é até impressionantemente bonito como há um conjunto de circunstâncias em que estamos todos juntos.
Hoje estiveste onde nem pensaste estar, porque a poesia nos leva a todo o lado...
26 comentários:
Que faremos nós então... Sem os devaneios destes pensamentos.
Bjs Lídia! Saudades de sua poesia e simpatia.
ps.: adorei a música!
Bonito.
Lídia já coloquei o seu poema.
Muito obrigada.
Um beijo
E a imaginação te fará inventar tudo...Linda poesia!beijos,chica
Inventar o vento....ai como é bom ler essas coisas de poetizas! lindo, completo, adorei! bjs
... e já é tanto
Lindo! Um poema sucinto com uma gigantesca significação com um perfeito arranjo de palavras. Palavras ao vento, poemas aos olhos, viagens à mente.
Um beijo, amiga.
Inventar o vento para que o barco ande, gostei. Um abraço, Yayá.
Afinal, navegar é preciso, poetiza... viver não é preciso...
Beijokas.
Mais um belo poema.
Parece que as mãos e os seus movimentos recriam todas as imagens dos barcos e das viagens, dos portos e das paragens.
Atracar o barco e até o rio
(o rio não navega; é navegado)
nunca o vento e tampouco o invento
de partir de novo...
Beijinho
João
Atracados estão mais seguros, mas não foi para isso que foram feitos.
Beijinho muito grande
Amiga Lídia, beleza de poema e de imagem.
Um grande abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas um lindo dia.
E eu à deriva!
Abraço
De poesia em poesia, a vida vivemos, em solidariedade e amor abissal ,sempre em superior nível,A AMIZADE!
Viva La Vida
bzix
O que farei eu quando o sonho deixar de "comandar" a vida....
Talvez morra na cama, onde a morte é natural, mas, ainda assim, que morra em Portugal...
Beijo
Paulo
A vida é uma viagem.
E há sempre, a nascer da raiz dos nossos pulsos, uma valsa pronta a rodar à volta da nossa vida. E assim floresce tudo o que recriamos.
Tal como o poeta, na poesia.
Um grande e carinhoso beijinho para ti, Lídia.
E hoje recreaste mesmo "...o rio, o barco, a vela..." e inventaste "o vento na margem" quando no local de trabalho o tema discutido me fez lembrar um poema teu e de repente "saquei" dele, como dizem os miúdos e ei-lo que se tornou um oásis na escravidão das horas de que fala o nosso amigo Eufrázio (venho agora de lá) e está tudo tão associado, que é até impressionantemente bonito como há um conjunto de circunstâncias em que estamos todos juntos.
Hoje estiveste onde nem pensaste estar, porque a poesia nos leva a todo o lado...
Beijos e obrigada pelos lindos versos.
Branca
Versos (atracados) presos a palavras que os levam, em beleza! Bjs
"onde estão as barcas,
onde são as ilhas?"
[eugénio de andrade]
porque todos os ventos são [im]possíveis.
beijinho!
Adorei a metáfora de "inventar o vento na margem, onde a viagem se atraca".
Muitas vezes precisamos mesmo inventar qualquer coisa, que impulsione qualquer outra =)
bjos
E de suas mãos nascem poemas onde podemos navegar e atracar, para aí, delicadamente sentir as palavras, uma a uma.
Um abraço
oa.s
Oi Lídia
coloco-me em estado de poesia sempre que venho ve-la.
e citando Guimaraes Rosa a encontro "sempre a beira do mais belo ..."
muitos abraços
Que faremos, se não continuar a inventar?...
Beijinhos.
Lidia...
Inventar o vento e partir para onde nos chamam as palavras! É esta a sina dos poetas...
Beijo,
AL
Muito, muito bonito! Breve, cheio, intenso!
Muito bonito.
Vou copiar para o meu "caderninho".
Beijinhos
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